Milagres na modernidade
Em artigo publicado em 25 de setembro de 2026 no Diário da Região, o colunista Gilson Ribeiro argumenta que os milagres descritos na Bíblia não cessaram, mas ganharam novas formas. Para o autor, é necessário mudar a perspectiva para reconhecê-los no cotidiano.
Ribeiro destaca que Jesus realizou curas extraordinárias, como ressuscitar Lázaro e multiplicar alimentos. No entanto, ele afirma que prodígios semelhantes ocorrem hoje através da ciência e da medicina.
Ciência e fé caminham juntas
O texto ressalta que médicos devolvem vidas, a tecnologia aumenta a produção de alimentos e próteses permitem que pessoas com mobilidade reduzida voltem a andar. Cirurgias também restauram a visão de pacientes cegos.
Quando a cura completa não é possível, instituições e voluntários oferecem dignidade e esperança. A comunidade de fé acolhe dependentes químicos, oferecendo apoio espiritual e social.
O sacrifício dos pais
Além das intervenções médicas, o autor aponta o amor parental como um milagre diário. Pais e mães trabalham incansavelmente, sacrificando sonhos e saúde para garantir segurança e futuro aos filhos.
Socorristas que recuperam batimentos cardíacos e professores que não desistem de alunos são citados como exemplos de transformação de corações. O texto conclui que a inteligência humana admira o Criador e que o maior milagre é a capacidade de recomeçar.
