Respeito às urnas não é cheque em branco
O governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), fez reflexões importantes após as eleições do último domingo. O editorial reforça que respeitar o resultado das urnas é uma obrigação democrática inegociável, mas isso não significa aprovar abusos ou desmandos cometidos por quem venceu.
A vitória eleitoral não concede imunidade. Fiscalizar o poder e cobrar o cumprimento das regras continuam sendo deveres essenciais para a sociedade civil e para a oposição.
Gestão eficiente e corte de privilégios
O foco deve ser um governo comprometido com o equilíbrio fiscal e a redução de impostos. Como apontado pelo governador paulista, não faz sentido gastar mais com juros da dívida pública do que com serviços básicos como saneamento, saúde e educação. O cidadão paga caro e espera qualidade.
Cortar privilégios antes de exigir sacrifícios da população não pode ser apenas um slogan de campanha. A segurança pública também exige ações efetivas contra o crime, e não apenas discursos vazios.
Brasil precisa de resultados
O país demanda políticas que estimulem o empreendedorismo e reduzam a vulnerabilidade social. Há expectativa de que o governo federal busque esse equilíbrio entre responsabilidade financeira e justiça social.
A oposição também tem papel definido: confrontar decisões equivocadas e denunciar irregularidades dentro dos limites constitucionais, sem ressentimentos. Nenhuma autoridade está acima da lei.
Impacto econômico é universal
Uma eventual piora na economia atingirá todos os brasileiros, independentemente de suas escolhas eleitorais. O Brasil não pode arcar com um governo perdulário, uma oposição irresponsável ou instituições fechadas ao questionamento.
