Reflexões sobre o tempo em Rio Preto

A exposição "Para onde escorrem as horas que não vivemos?" está sendo realizada em São José do Rio Preto, no interior de São Paulo. O evento é uma iniciativa do Movimento SerTão e conta com a participação de 30 artistas. A mostra abre um diálogo visual sobre temas como finitude, memória, escolhas e a forma como a sociedade contemporânea lida com a passagem do tempo.

O conceito da mostra

Diferente de relógios ou calendários, a curadoria foca naquele tipo de tempo que não aparece nos números. Trata-se das oportunidades perdidas, dos caminhos não percorridos, das conversas adiadas e das experiências que nunca aconteceram. As obras buscam mapear esse território entre o que foi vivido e o que ficou no imaginário.

Artistas e obras

Entre os nomes presentes na galeria estão Beth Sales, Terezinha Bilia, Patrícia Buzzini, Josiani Sabino, Aícro Jr., Araguaí Garcia, Luciane D’Alessandro e Wesley Estácio. Os trabalhos apresentados variam em técnicas e linguagens, mas todos convergem para a mesma questão central: como ocupamos nosso tempo e quais são os custos dessas escolhas.

Importância cultural para a região

O evento reforça o papel de Rio Preto como polo cultural do noroeste paulista. Ao reunir tantos profissionais da arte local, o Movimento SerTão demonstra que a cena artística da região tem força própria para discutir temas universais com olhar regional. A mostra convida o público a parar e pensar sobre suas próprias trajetórias.