Compromisso com a autoria humana
Lazslo Antonio Ávila, psicólogo e professor livre-docente da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (FAMERP), reforça em sua coluna publicada nesta sexta-feira (30) que não utiliza ferramentas de Inteligência Artificial (IA) como ChatGPT ou Gemini para redigir seus textos. A decisão é coerente com sua postura pessoal: ele prefere extrair as ideias diretamente do próprio pensamento, usando a internet apenas para consultas básicas, semelhantes ao uso de dicionários.
Não é ludista, mas exige reflexão
O autor deixa claro que não é um 'neo-ludista', termo que remete à resistência contra máquinas durante a Revolução Industrial. Ele reconhece que impedir o avanço tecnológico é impossível e desnecessário. No entanto, chama a atenção para a necessidade de os cidadãos comuns se prepararem adequadamente para mudanças que ocorrem de forma incessante e radical nos últimos séculos.
Impactos sociais e geopolíticos
Em seu artigo, Lazslo questiona se a humanidade saberá interromper conflitos à luz dessas novas tecnologias. Ele compara o momento atual com crises históricas, como a Guerra Fria, as Malvinas e conflitos recentes na Ucrânia e Gaza, perguntando se a IA não estaria tornando as guerras mais anônimas, inconsequentes e desumanizantes.
- Autor é referência em saúde mental na região de Rio Preto;
- Colunista destaca a urgência de adaptação social à tecnologia;
- Texto aborda desde ética digital até tensões geopolíticas globais.
