Crítica à falta de conteúdo
O leitor destaca que o termo "Probate" não existe no dicionário e poderia ser interpretado como "Debate de Proposta". Segundo ele, o formato atual dos debates não acrescenta nada à sociedade, pois os candidatos se acusam mutuamente sem apresentar provas concretas.
A carta aponta que todos os envolvidos têm responsabilidade pelo cenário, citando a expressão "culpa no cartório" para descrever a situação.
Sugestões de pautas reais
Para mudar esse quadro, o leitor lista exemplos do que seriam propostas válidas de governo:
- Terminar estradas;
- Construir pontes;
- Acabar com as queimadas;
- Investir na formação das crianças além da educação básica;
- Melhorar o SUS com foco em informação preventiva para idosos, evitando internações dispendiosas.
Esses itens são apresentados como um plano de governo real, contrastando com o que o autor considera debates ridículos, estapafúrdios e grotescos.
Polarização nas redes sociais
O texto questiona a indignação editorial sobre o nível baixo dos debates, sugerindo que era algo esperado. Nas conversas informais, nota-se que a política é dominada por dois discursos polarizados, ecoando provocações criadas nas redes sociais.
Cada lado teria seu discurso decorado, tornando previsível o que será dito. Ao tentar levar as pessoas a pensar mais sobre os temas, percebe-se que muitas não estão condicionadas a raciocinar criticamente.
Sociedade irracional
O leitor afirma que as pessoas acreditam unicamente nos canais de informações do mundo paralelo das ideologias nas redes sociais. Ninguém se prontifica a buscar informações originais ou a pensar por conta própria.
A conclusão é que a indignação diante do debate político tem pouco efeito diante de uma sociedade cada vez mais irracional e sensacionalista, que se recusa a encarar verdades e prefere confiar em seus bolhas ideológicas online.
