A terceira etapa da série Rio Preto em Cores, promovida pelo Museu da Imagem e do Som Fernando Marques (MIS), destaca a história dos slides e o processo de digitalização de registros fotográficos datados de 1968.

Muito antes da popularização da fotografia digital, as pequenas transparências coloridas eram usadas para projetar imagens em residências, transformando salas de estar em verdadeiras salas de cinema. Hoje, esses acúmulos visuais ajudam a reconstruir a memória da cidade.

Preservação da memória local

O trabalho realizado pelo museu foca na recuperação e digitalização desses registros históricos. A iniciativa visa garantir que as imagens da década de 1960 permaneçam acessíveis à população e sirvam como fonte de pesquisa sobre a vida cotidiana e os eventos da época em São José do Rio Preto.

Importância cultural

A série busca conectar o público ao passado através de uma linguagem visual nostálgica. Ao trazer à tona essas fotos, o museu reforça seu papel na preservação do patrimônio histórico e cultural da região, permitindo que novos moradores e antigos residentes revivam momentos marcantes da história local.