Sucesso no lançamento

O polo Rio Preto da Rede Buriti-SD foi lançado neste sábado (17) e já registrou uma adesão significativa. No próprio dia do evento, 40% das vagas disponíveis para o projeto de pesquisa foram preenchidas. A iniciativa marca a entrada da cidade na primeira rede brasileira de pesquisa dedicada exclusivamente à síndrome de Down.

Local e autoridades presentes

O novo polo funciona no complexo formado pela Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (Famerp) e pela Fundação Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Rio Preto (Funfarme). O lançamento contou com a presença de nomes importantes da comunidade científica e institucional.

A diretora executiva da Rede Buriti-SD, Rita Alves, foi a principal palestrante. Também estiveram presentes o diretor geral da Famerp, Helencar Ignácio, e o diretor executivo da Funfarme, Horácio Ramalho. Representantes do Point Down, instituto especializado, participaram do ato.

Parcerias locais fortalecem a iniciativa

Além dos pesquisadores, o evento reuniu pessoas com síndrome de Down, familiares e representantes de entidades parceiras da região. Entre os apoiadores estavam a Ding Down, Seo Fisioterapia, o Centro de Desenvolvimento Humano (CDH) e a Central de Estudos Instituto de NeuroAprendizagem.

Como funciona a participação

A Rede Buriti-SD é coordenada pela Faculdade de Medicina da USP e financiada pelo CNPq/MCTI e pelo Instituto Alana. Em Rio Preto, a coordenação local fica a cargo da professora-doutora Érika Cristina Pavarino, da Famerp, que lidera uma equipe multidisciplinar.

Pessoas com síndrome de Down a partir de 6 anos podem participar. Após o cadastro, a equipe entra em contato via WhatsApp. As atividades incluem encontros com psicóloga, consulta médica e coleta de sangue, que pode ser feita em domicílio.

Objetivos da pesquisa

Os exames realizados avaliam hemograma, glicose, função renal e hepática, tireoide e outros indicadores. As avaliações psicológicas têm fim exclusivo de pesquisa e não servem como diagnóstico clínico. Os dados coletados devem orientar o cuidado médico e a criação de políticas públicas para essa população.