Identidade e memória
No Dia do Patrimônio Histórico, celebrado em 17 de setembro, o arquiteto e urbanista Kedson Barbero reforça que preservar edificações antigas e documentos é manter viva a memória e os vínculos com São José do Rio Preto. Segundo ele, uma cidade que destrói seus referenciais corre o risco de perder sua própria identidade.
Trajetória profissional
Barbero presidiu duas vezes o Conselho Municipal de Defesa do Patrimônio Histórico, Cultural e Turístico (COMDEPHACT) e também liderou o Conselho Municipal de Turismo (COMTUR). Atualmente, integra a Comissão de Patrimônio Cultural do CAU/SP, defendendo que a preservação não impede a transformação urbana.
Novos usos para espaços antigos
A experiência prática em revitalização mostra que proteger o legado histórico significa encontrar novos usos para construções do passado. O objetivo é dar vida ao que o tempo legou, integrando cultura, turismo e desenvolvimento de forma equilibrada na dinâmica da cidade.
Responsabilidade com o futuro
São José do Rio Preto cresceu e se transformou profundamente. Para Barbero, identificar e proteger os elementos que contam essa trajetória é essencial. Preservar é um ato de responsabilidade para garantir às futuras gerações um futuro com pertencimento e significado.
