Em um artigo publicado nesta segunda-feira (26), o aposentado Benizio Lopes de Oliveira faz uma reflexão sobre o momento político do Brasil após as eleições. Com 81 anos de idade, ex-bancário, professor e representante de vendas, ele defende que é hora de 'esquecer o que divide' e focar no que une a sociedade: trabalho, família e país.

Paz e respeito às diferenças

O texto começa com um pedido de paz para o mundo e para o Brasil. Benizio enfatiza a importância de respeitar todas as crenças, religiões e pessoas, sem mágoas ou desejo de vingança. Segundo ele, viemos ao mundo para viver, compartilhar e ter amor ao próximo, lembrando que 'somos todos irmãos'.

Fim da tensão eleitoral

O autor reconhece que vivemos dias tensos devido ao processo eleitoral, mas reforça que a disputa acabou. Para ele, quem ganhou foi o povo que escolheu seus representantes. A mensagem central é evitar o revanchismo e respeitar a vontade democrática expressa nas urnas.

Cobrança por saúde e educação

Com a posse dos novos governantes, incluindo o presidente eleito, Benizio faz um apelo direto aos representantes do povo. Ele sugere que olhem com carinho para os mais necessitados e invistam maciçamente em saúde e educação. Entre as prioridades listadas estão:

  • Modernização de hospitais, escolas e creches;
  • Aperfeiçoamento e especialização de profissionais que lidam com crianças e adultos;
  • Valorização dos professores, essenciais para a alfabetização das futuras gerações.

O aposentado lembra que a reciprocidade e o respeito são deveres constitucionais. Os políticos foram colocados pelo povo e têm a obrigação de trabalhar honestamente, não como favor, mas como cumprimento da lei.

União para um futuro melhor

Finalizando sua reflexão, Benizio convida a população a parar de brigar e discutir achando tudo anormal. O convite é para se unir e cobrar dignidade dos senadores, deputados, prefeitos e vereadores. Ele acredita que o Brasil tem tudo para ser um exemplo mundial de convivência digna e pede a Deus que abençoe a conciliação entre os povos.