Tendência que conecta o urbano à natureza

O terracota deixou de ser apenas uma cor para se tornar uma atmosfera. Resultado da mistura entre vermelho e laranja, essa tonalidade remete à argila natural, aos tijolos de barro e aos pisos de terra batida. Hoje, ela garante espaço cativo na arquitetura e no design de interiores, oferecendo múltiplas possibilidades para todos os estilos.

Marcas como Roca Cerámica e Incepa Revestimentos, do Grupo LAMOSA, destacam que o tom não precisa aparecer de forma óbvia. Diferentes interpretações podem surpreender ao dar vida a espaços autênticos, unindo estética e funcionalidade.

Como aplicar o terracota em diferentes ambientes

A versatilidade do porcelanato permite que o terracota vá do piso às paredes, passando até pela marcenaria. Para que a cor assuma o protagonismo, o ideal é eleger uma área de destaque, seja uma parede, um piso ou uma bancada. A partir desse ponto focal, as demais cores atuam de forma complementar.

  • Tons neutros: Off-white, areia e bege ajudam a equilibrar o conjunto.
  • Materiais naturais: Madeira e fibras reforçam a conexão com o ambiente orgânico.
  • Metais escuros: Preto fosco e cobre criam composições contemporâneas e urbanas.

Texturas e formatos para todos os gostos

O revestimento possibilita reproduzir materiais como ladrilhos, rochas naturais e até o efeito do aço corten. Nos pequenos formatos, com desenhos geométricos ou inspirações artesanais, é possível revisitar os clássicos ladrilhos hidráulicos, evocando nostalgia e aconchego.

Já as grandes peças oferecem realismo aliado à praticidade, garantindo o visual rústico sem as manutenções frequentes exigidas pelo material original. Essa diversidade de acabamentos indica o uso em salas, cozinhas, banheiros, dormitórios e áreas externas.

Sustentabilidade e inovação na produção

O Grupo LAMOSA, líder mundial em revestimentos cerâmicos, investe em tecnologia de ponta e responsabilidade ambiental. Na última gestão, a empresa reduziu 17% no consumo total de energia elétrica e destinou 92,5% dos resíduos industriais para reuso ou reciclagem. Além disso, adotou o Protocolo de GHG para medir emissões de gases de efeito estufa, alinhando-se às normas globais de sustentabilidade.